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Minha Casa Minha Vida vai ultrapassar a marca dos 3 milhões de unidades entregues

Programa do Governo Federal Minha Casa Minha Vida vai ultrapassar a marca dos 3 milhões de unidades entregues

o programa de habitação popular deverá ter contratado mais de 4,5 milhões de casas e apartamentos em todo o Brasil

A o que tudo indique ate o final deste ano, o programa de habitação popular deverá ter contratado mais de 4,5 milhões de casas e apartamentos em todo o Brasil

 

Maior programa de habitação popular do Brasil, o Minha Casa Minha Vida (MCMV) vai ultrapassar a marca de 4,5 milhões de casas e apartamentos entregues, em todo o Brasil, até o final de dezembro deste ano. A previsão é do vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Souza. De acordo com o banco, o programa já entregou, até 30 de junho, 2.926.381 unidades em todas as regiões do país.

“Serão 12 milhões de pessoas beneficiadas no país inteiro. Isso é a realização do sonho de 3 milhões de famílias, o que indica que o Minha Casa Minha Vida está no caminho certo e vai continuar. Está claro que o programa vem cumprido seus objetivos e conversa muito bem com o Balanço Social da CAIXA. É o objetivo maior de um banco público, como a CAIXA, criado para atender as necessidades da população”, avalia Nelson Souza.

Foram contratadas 4.359.396 moradias, nas três faixas do MCMV, até o final de junho deste ano. A estimativa da vice-presidência de Habitação da CAIXA é que até o final de 2016 o número ultrapasse as 4,5 milhões de habitações contratadas. A razão para o otimismo está no crescimento dos contratos financiados pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e na garantia, dada pelo Presidente em exercício Michel Temer, de que o Programa terá continuidade em sua gestão. “O ritmo de contratação do FGTS está ótimo”, observa Souza.

 

 

Nelson Souza, são mais de 3 milhões de unidades entregues ate dezembro interna.

 

Com o remanejamento de R$ 1,7 bilhão, realizado a partir da segunda quinze de agosto deste ano, para a faixa intermediária de valor de imóveis, fixada entre R$ 225 mil e R$ 500 mil, dentro do limite de R$ 7 bilhões já disponibilizados, no início de 2016, pelo Conselho Curador FGTS para a linha Pró-Cotista, a tendência é que esse ritmo se mantenha e até se acelere.

Segundo Nelson Souza, esses recursos serão fundamentais para a contratação e venda de imóveis nas faixas 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida. A previsão é que sejam contratados até R$ 200 mil imóveis nestas duas faixas até dezembro, impulsionadas, sobretudo, por recursos oriundos do FGTS. Desde o início do Programa, essas duas faixas foram responsáveis pela entrega de 1,8 milhão de unidades, das 2,6 milhões contratadas no Brasil.

50 mil retomadas
Para a habitação popular, o Ministério das Cidades e CAIXA definiram calendário de retomada das obras de 5 mil moradias por mês, em empreendimentos que estavam com parte das obras paralisadas. O primeiro grupo foi retomado no final de junho deste ano. Nos próximos dez meses, serão finalizadas pelo menos 50 mil casas e apartamentos da faixa 1 do MCMV.

 

Minha Casa Minha Vida 3

 

O objetivo é gerar emprego e renda e não deixar nenhuma obra paralisada. São 50 mil famílias que não teriam suas casas e passarão a ter, com repasse de recursos feitos pela CAIXA. Na prática, são 200 mil pessoas a mais que terão acesso à moradia digna. O Minha Casa Minha Vida é muito mais abrangente. É dos maiores programas sociais do mundo”, avalia Nelson Souza.

Somente na Faixa 1 do MCMV serão entregues, até dezembro, mais 70 mil unidades habitacionais, em todas as regiões do Brasil. As contratações na Faixa 1,5 do Programa, parte da terceira etapa, devem começar ainda neste segundo semestre. Atualmente, o Ministério das Cidades trabalha no ajuste das regras para o novo fluxo do programa e da nova faixa.

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